Episódio #11 – Anticoagulantes – prevenindo o nó cerebral

Neste episódio o David e o Daniel tentam desfazer o nó cerebral que são as indicações de anticoagulação na fibrilhação auricular e tromboembolismo venoso. Que fármacos? que doses? em que situações?
Não deixem de acompanhar o episódio com este quadro que ficará “arrumado” na página Apoio à Decisão Clínica

click na imagem para abrir o pdf:

Quadro de iniciação de anticoagulantes
Ajudem-nos a melhorar, enviem comentários e opiniões!
O que acharam do episódio?
E do quadro? sugiram melhorias.

Até breve!

 

Boletim Terâpeutico nº 5 da ARSLVT – Anticoagulantes

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4 thoughts on “Episódio #11 – Anticoagulantes – prevenindo o nó cerebral

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  1. Pingback: O podcast
  2. Olá David e Daniel
    muito obrigado pela revisão extensa e pelo quadro de resumo.
    Existem, contudo, outros aspectos que não foram abordados e que considero centrais na discussão Varfine / NOAC:

    1) existe literatura a suportar o adjuste da dose de varfarina por parte do utente, sem necessidade de consulta médica https://doi.org/10.1016/S0140-6736(11)61294-4

    2) nos estudos NOAC vs Varfarina, o TTR dos utentes sob varfarina é sempre sub-optimal. 64% no RELY 55% no Rocket-AF e 62% no ARISTOTLE.
    Em cuidados de saúde primários conseguimos garantir TTR superiores ao 65% e portanto não existe evidencia a afirmar que os NOAC são superiores à varfarina em utentes com TTR superiores.
    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4301757/

    3) Ninguém questiona a validade do intervalo INR 2-3? Porque na verdade parece plausível que populações diferentes possam ter intervalos diferentes, ao ponto que existem estudo que definiram que o intervalo mais “eficaz” no Japão é 1.6-2.6 (pagina 20 – https://www.npojip.org/english/MedCheck/Med%20Check-TIP%2002-08-21.pdf)

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    1. Olá Fabrizio!
      Obrigado pelos comentários super pertinentes. Concordo com todos eles.
      O comentário 1) é a realidade de muitos dos nossos doentes, particularmente aqueles que já fazem o fármaco há imenso tempo e são bastante autónomos nas decisões.
      O comentário 2) foi levemente abordado no episódio.
      O 3) e a individualização de objectivos terapêuticos seria uma linha de investigação natural e necessária mas que infelizmente com a chegada dos NOAC muito pouco está a ser feito nesse sentido.

      Abraço,

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