Update semana #34

análise de água residuais para SARS-CoV-2 revelou utilidade preditiva de casos de COVID19 em área de baixa prevalência. Detectou-se antes pelas águas que pelos mecanismos habituais de notificação. Útil para saúde pública. 

Na pediatria, um estudo numa maternidade em Nova Iorque revela que, com o devido equipamento de protecção, é possível manter mães e recém-nascidos juntos (incluindo amamentação) sem com isso provocar doença COVID-19 nos bebés. Ainda nas crianças, três estudos sobre o síndrome inflamatório multissistémico (MIS-C) provocado pelo SARS-CoV-2 que se complementam: esta revisão dá-nos os detalhes sobre definição de caso e espectro clínico, este outro estudo aponta algumas características clínicas e imunológicas únicas do MIS-C provocado pelo coronavírus; por fim, este outro diz-nos que a obesidade é factor de risco para MIS-C nas crianças

Relativamente a prognóstico para evolução clínica desfavoráveleste estudo identifica ter tido AVC prévio como factor de risco para mortalidade hospitalar; este outro levanta a hipótese de dentro dos lares, pessoas que fazem diálise têm maior risco de ser infectados(funcionando como porta de entrada); 

Na urgênciacolegas italianos reportam números resultantes da organização do serviço de urgência com dois circuitos de acordo com o risco de infecção a COVID-19. Os números apoiam a estratégia. Ainda no contexto da urgência, imagiologistas sugerem ecografia a pulmões para avaliação de envolvimento pulmonar e descrevem um protocolo que envolve 18 pontos de avaliação

Na terapêutica, a administração precoce de lopinavir/ritonavir + hidroxicloroquina não apresentou eficácia na mortalidade a 30 dias e teve 8% de desistências por efeitos secundários

Por fim, dar conta de um estudo que explica imunidade à COVID19 através de células T. Ideias chave: cel. T específicas de SARS-CoV-2 de fase aguda exibem fenótipo citotóxico ativado; resposta polifuncional na fase de convalescença; presença também em indivíduos soronegativos.

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