Update semana #35

Esta semana vale a pena ler o artigo do BMJ sobre a gestão pós-aguda dos doentes com COVID19. Apesar da evidência ser ainda escassa nesta população, o estudo indica que cerca de 10% dos doentes apresentam doença prolongada após COVID19. Muitos deles recuperam lentamente com repouso, tratamento sintomático e aumento gradual da actividade. Os autores sublinham que a pulsioximetria pode ter utilidade nestes doentes e que perante preocupação clínica do médico assistente ou sintomas respiratórios, cardíacos ou neurológicos que são novos, persistentes ou progressivos deve haver avaliação especializada. 

Autores defendem a maior utilidade de testes rápidos à COVID19frente às limitações da PCR que apenas permite detectar casos quando as pessoas são sintomáticas. A discussão nas redes sociais está ao rubro. 

Sugestão: visitar a compilação de informação e evidência que o BMJ disponibliza no seu site

Leitura: resumo do que se sabe sobre a eficácia do remdesivir e quando deve ser usado. 

Nota: mais um ensaio clinico que revela inutilidade da hidroxicloroquina na COVID19. Desta vez na profilaxia pós-exposição. Já começa a parecer a vitamina-D…

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